O que muda depois de um diagnóstico?

Quando recebi a possibilidade de um diagnóstico de esclerose múltipla, minha primeira reação foi fazer o que muita gente faz: procurar respostas.

Saí do consultório e fui para a internet. Em poucas horas, encontrei relatos difíceis, cenários extremos e um futuro que parecia já estar definido antes mesmo de qualquer confirmação. O problema é que, naquele momento, eu não estava encontrando informação. Eu estava encontrando medo.

Meses depois, quando o diagnóstico foi confirmado, percebi que a doença era apenas uma parte da história.

A esclerose múltipla é uma condição neurológica crônica que afeta milhões de pessoas no mundo e pode se manifestar de formas muito diferentes. Existem tratamentos, acompanhamento médico e avanços importantes que mudaram significativamente a qualidade de vida de quem convive com ela. Mas, para além dos aspectos clínicos, existe uma dimensão que raramente aparece nos exames ou nos consultórios.

Existe o impacto da incerteza.

Existe a sensação de que o tempo passou a funcionar de outra forma.

Existe a dúvida sobre até quando determinadas possibilidades continuarão existindo.

E existe a necessidade de continuar vivendo enquanto tudo isso ainda está sendo compreendido.

Foi justamente sobre isso que escrevi Depois do Diagnóstico.

O livro não nasceu para explicar a esclerose múltipla nem para transformar uma experiência pessoal em fórmula de superação. Ele nasceu da tentativa de registrar o que acontece quando a vida precisa seguir em frente depois que uma notícia muda a forma como enxergamos o futuro.

Ao longo das páginas, falo sobre o diagnóstico, os exames, os medos e o tratamento, mas também sobre trabalho, paternidade, escolhas e sobre uma mudança silenciosa que aconteceu na forma como passei a lidar com o tempo.

Durante muito tempo, vivi como se determinadas coisas pudessem sempre ser deixadas para depois. O diagnóstico não me fez abandonar o futuro, mas me fez entender que ele não é tão garantido quanto costumamos imaginar.

Talvez por isso eu tenha começado a dizer mais “sim”.

Não por impulso ou irresponsabilidade, mas pela percepção de que algumas experiências só existem quando decidimos vivê-las.

Hoje, mais de uma década depois do diagnóstico, continuo convivendo com a esclerose múltipla. O tratamento faz parte da rotina, os cuidados continuam existindo e a incerteza não desapareceu completamente.

Mas a vida também não parou.

E talvez essa seja a principal mensagem que gostaria de compartilhar.

Nem sempre escolhemos o que acontece conosco.

Mas continuamos escolhendo o que fazemos depois.

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Depois do Diagnóstico é o primeiro volume da coleção Fragmentos, da Editora Urbem, um projeto dedicado a histórias reais contadas de forma honesta, sem fórmulas prontas e sem a obrigação de oferecer respostas definitivas.

A venda não acontece só no digital. Ela começa na atenção.

Durante anos, o marketing digital prometeu algo quase perfeito: segmentação precisa, métricas em tempo real e campanhas altamente direcionadas. E tudo isso realmente funciona. O problema é que existe uma barreira que muitas marcas começaram a perceber nos últimos anos: a disputa pela atenção.

Hoje, as pessoas pulam anúncios, aceleram vídeos, ignoram banners e convivem diariamente com uma avalanche de notificações, conteúdos e estímulos. A chamada “economia da atenção” virou um dos maiores desafios do marketing moderno.

É justamente nesse cenário que a mídia OOH (Out of Home) e DOOH (Digital Out of Home) voltam a ganhar força como ferramenta estratégica de vendas.

Enquanto o digital disputa cliques, a mídia física domina presença.

Um painel em LED, uma tela indoor em um ambiente de espera ou uma mídia instalada em locais de grande circulação não dependem de algoritmo para aparecer. A mensagem simplesmente está lá, diante das pessoas, no mundo real, durante a rotina delas.

E isso muda completamente a dinâmica da comunicação.

A atenção gerada pela mídia física tende a ser menos invasiva e mais natural. Ela alcança o consumidor em momentos nos quais ele não está necessariamente “fugindo” da publicidade. Em academias, padarias, restaurantes, elevadores, salões, mercados ou vias urbanas, o público é impactado enquanto vive sua rotina — e não enquanto tenta consumir outro conteúdo.

O resultado disso é fortalecimento de marca, lembrança e influência direta na decisão de compra.

Muitas empresas ainda enxergam a mídia exterior apenas como “exposição”. Mas o mercado já percebeu que ela pode ser uma poderosa ferramenta comercial quando integrada ao digital e aos dados.

Hoje, campanhas inteligentes conseguem conectar impacto físico com ação digital. Um consumidor vê uma campanha em um painel, recebe reforço da mensagem no celular, pesquisa a marca nas redes sociais e finaliza a compra depois. A jornada deixou de ser separada entre “online” e “offline”. Ela virou integrada.

Isso explica por que grandes marcas continuam investindo pesado em mídia física mesmo na era das redes sociais.

Porque vender não é apenas aparecer no feed.

É ocupar espaço na memória do consumidor.

Outro ponto importante é a credibilidade. Existe uma percepção diferente quando uma marca está presente fisicamente na cidade. Um painel em LED, uma rede de telas ou uma campanha visual bem posicionada transmite sensação de estrutura, presença e autoridade.

Na prática, isso influencia diretamente na confiança do consumidor.

Além disso, a mídia OOH possui algo que o digital sozinho raramente consegue entregar: presença contínua no cotidiano das pessoas. O usuário pode fechar um aplicativo em segundos. Mas ele continuará passando diariamente pela mesma avenida, pela mesma academia, pela mesma padaria ou pelo mesmo restaurante.

A frequência gera familiaridade. E familiaridade gera venda.

O próprio mercado publicitário já entende que o futuro não está em escolher entre físico ou digital, mas em unir os dois de forma inteligente. Dados, geolocalização, QR Codes, integração com redes sociais e campanhas omnichannel transformaram a mídia exterior em uma ferramenta muito mais estratégica do que era anos atrás.

No fim, a lógica é simples:

O digital é excelente para converter.

Mas antes da conversão existir, alguém precisa conquistar a atenção.

E nisso, o mundo físico continua sendo extremamente poderoso.

Jornal da Cidade

O Jornal da Cidade passou a integrar a trajetória do Grupo Novo Dia a partir do registro da marca, realizado em 2018. A publicação impressa teve início em 2019, resgatando uma marca que, por muitos anos, fez parte da história da comunicação em Jundiaí.

Apesar de já ter sido uma referência no passado, a marca havia perdido seu registro em 1998, após problemas de gestão. Com a retomada pelo Grupo Novo Dia, o Jornal da Cidade ganhou uma nova fase, voltando ao mercado com proposta editorial própria e presença regional.

A circulação impressa teve um período mais curto em razão da pandemia, que impactou diretamente o mercado editorial e acelerou as mudanças no consumo de informação. Mesmo assim, o jornal se manteve ativo no ambiente digital, por meio do portal de notícias e das redes sociais.

Ao longo dos anos, o Jornal da Cidade se consolidou como uma marca de perfil mais popular dentro do grupo, com linguagem direta, próxima do público e conectada ao cotidiano da cidade. Sob o comando do Grupo Novo Dia, segue firme como um dos veículos que compõem o ecossistema de comunicação da empresa.

Durante sua fase impressa, o Jornal da Cidade teve uma forte presença nas ruas de Jundiaí. A publicação era distribuída gratuitamente todas as semanas nos sete terminais de ônibus da cidade, alcançando diretamente milhares de pessoas que circulavam diariamente pelo transporte público.

Essa estratégia aproximou o jornal da população e reforçou sua identidade popular, levando informação de forma acessível, prática e direta para trabalhadores, estudantes e moradores de diferentes regiões do município.

Mais do que estar nas bancas ou no ambiente digital, o Jornal da Cidade esteve presente no cotidiano da cidade, circulando nos pontos de maior movimento e fortalecendo sua relação com o público jundiaiense.

Novo Dia Notícias

O Novo Dia Notícias surgiu como uma evolução natural do Jundiaí Notícias, acompanhando o crescimento do projeto editorial do Grupo Novo Dia.

A mudança marcou uma nova fase da marca. Se antes o jornal tinha atuação concentrada nas sete cidades da região de Jundiaí, o Novo Dia Notícias ampliou sua cobertura para 19 cidades, fortalecendo sua presença como veículo regional de informação.

Com essa expansão, o jornal passou a alcançar um público maior e a acompanhar mais de perto os acontecimentos de diferentes municípios, mantendo a proposta de uma comunicação direta, acessível e conectada ao cotidiano da população.

A versão impressa do Novo Dia Notícias permaneceu em circulação até pouco tempo após a pandemia, período em que a impressão deixou de ser realizada. A partir daí, o projeto passou a concentrar seus esforços no digital, acompanhando as mudanças no consumo de informação e consolidando uma nova etapa para o veículo e para o Grupo Novo Dia.

O Novo Dia foi o primeiro jornal gratuito a fazer parte da ANJ

O Novo Dia TV é o canal de vídeos e entrevistas do Grupo Novo Dia, criado durante a pandemia como parte da estratégia de fortalecimento da presença digital do grupo.

Em um momento em que a comunicação passou a depender ainda mais dos formatos online, o Novo Dia TV nasceu para aproximar o público dos conteúdos em vídeo, ampliando a atuação jornalística e editorial da marca para além do texto e da notícia tradicional.

Ao longo de sua trajetória, o canal consolidou um acervo com mais de mil vídeos publicados, reunindo entrevistas, coberturas eleitorais, programas de variedades, opinião, inovação, negócios, cultura, comportamento e muitos outros temas de interesse regional.

Foram dezenas de programas, quadros e podcasts desenvolvidos dentro do canal, sempre com o objetivo de oferecer conteúdo relevante, ampliar vozes, registrar histórias e acompanhar os principais debates da cidade e da região.

Hoje, o Novo Dia TV representa uma das frentes audiovisuais do Grupo Novo Dia, consolidando a presença da marca no ambiente digital e reforçando sua capacidade de adaptação aos novos formatos de comunicação.

Mais que felicidade: o que faz uma vida valer a pena?

Durante muito tempo, fomos ensinados a perseguir a felicidade como se ela fosse um destino. Um lugar de chegada. Um ponto final onde, finalmente, tudo faria sentido. Trabalhamos para isso, consumimos por isso, planejamos por isso, nos comparamos por isso. Queremos ser felizes, parecer felizes, provar que estamos felizes.

Mas talvez a pergunta mais importante não seja: “Estou feliz?”

Talvez a pergunta seja outra: a vida que estou vivendo vale a pena ser vivida?

Essa mudança parece pequena, mas altera tudo.

Felicidade, no sentido mais comum, costuma ser associada ao prazer, ao conforto, à estabilidade, à ausência de sofrimento. É natural que seja assim. Todos nós queremos viver momentos bons, rir mais, descansar melhor, amar e ser amados, ter segurança, saúde, reconhecimento e alguma paz. Essa dimensão da vida é legítima. O problema começa quando reduzimos toda a existência a ela.

Porque uma vida apenas confortável pode ser também uma vida pequena.

Existe outra dimensão, muito valorizada nas últimas décadas: a vida com propósito. É a ideia de que viver bem não significa apenas sentir prazer, mas ter uma direção. Contribuir com algo. Construir uma história. Servir a uma causa, a uma família, a uma comunidade, a um projeto ou a uma missão.

Essa visão é poderosa. Ela explica por que pessoas suportam dificuldades enormes quando acreditam que aquilo tem sentido. Explica por que pais se sacrificam pelos filhos, empreendedores insistem em projetos improváveis, artistas atravessam anos de incerteza e líderes dedicam sua vida a transformar alguma realidade.

Mas o propósito, sozinho, também pode virar armadilha. Há pessoas tão presas à ideia de missão que deixam de viver. Transformam a vida em obrigação. Confundem realização com produtividade. Passam a medir o próprio valor pelo quanto entregam, pelo quanto suportam, pelo quanto avançam.

E então surge uma terceira possibilidade: a vida psicologicamente rica.

O psicólogo Shigehiro Oishi propõe que uma vida boa não precisa ser analisada apenas pelo prazer ou pelo propósito. Ela também pode ser medida pela riqueza das experiências. Uma vida psicologicamente rica é aquela atravessada por novidade, curiosidade, intensidade, mudanças de perspectiva e experiências capazes de ampliar a forma como enxergamos o mundo.

Essa ideia é libertadora.

Porque ela reconhece que nem tudo que vale a pena é agradável no momento em que acontece. Uma mudança de cidade, o nascimento de um filho, uma perda, uma viagem, uma conversa difícil, uma crise profissional, o início de um projeto, uma paixão pela arte, uma leitura transformadora, uma decepção, um recomeço. Muitas dessas experiências não cabem na palavra “felicidade”. Algumas doem. Algumas confundem. Algumas desmontam certezas.

Mas, depois delas, não somos mais os mesmos.

Talvez seja aí que more uma parte profunda da vida: não apenas no que nos dá prazer, nem apenas no que nos dá propósito, mas no que nos transforma.

Maslow, ao falar de autorrealização, apontava para algo parecido por outro caminho. O ser humano não quer apenas sobreviver, nem apenas pertencer, nem apenas ser reconhecido. Em algum momento, deseja realizar o próprio potencial. Tornar-se aquilo que pode ser. Essa busca nem sempre é confortável. Muitas vezes exige coragem para abandonar versões antigas de si mesmo.

A tradição do Vedanta também nos provoca quando discute a natureza dos desejos. O problema talvez não seja desejar, mas desejar mal. Desejar apenas por vaidade, comparação, medo ou ego. Uma vida mais elevada não nasce da ausência de desejos, mas da capacidade de purificá-los. Desejar melhor. Desejar algo que não termine apenas em si mesmo.

Nesse ponto, felicidade, propósito, autorrealização e riqueza psicológica começam a se encontrar.

Uma vida que vale a pena não é feita apenas de prazer. Também não é feita apenas de sacrifício. Não é só sucesso, nem só paz, nem só aventura, nem só missão. É uma composição delicada entre presença, direção, crescimento e experiência.

Talvez uma vida boa precise de quatro perguntas:

O que me dá prazer verdadeiro?

Não o prazer automático, anestesiado, consumido por impulso. Mas aquele prazer vivido com presença: uma boa conversa, uma refeição sem pressa, uma caminhada, uma música, um encontro, um silêncio, um trabalho bem feito.

O que dá sentido à minha existência?

Aquilo que me conecta a algo maior que minhas vontades imediatas. Pode ser uma causa, uma família, uma obra, uma comunidade, uma fé, uma profissão, um projeto ou uma forma de servir.

Que pessoa estou me tornando?

Essa talvez seja a pergunta da autorrealização. Não basta conquistar coisas. É preciso observar se as conquistas estão formando alguém mais inteiro, mais consciente, mais generoso, mais livre.

Que experiências estão ampliando minha visão de mundo?

Aqui entra a vida psicologicamente rica. O que tenho vivido que me desafia? O que tenho aprendido? Que lugares, pessoas, livros, dores, projetos e encontros estão me fazendo enxergar diferente?

Essas perguntas importam porque vivemos em uma época obcecada por métricas. Medimos seguidores, faturamento, performance, produtividade, patrimônio, corpo, status e relevância. Mas quase nunca medimos profundidade.

E uma vida pode parecer bem-sucedida por fora e empobrecida por dentro.

A busca por uma vida que vale a pena exige outra régua. Uma régua menos barulhenta e mais honesta. Ela nos obriga a perguntar se estamos apenas acumulando dias ou construindo uma história. Se estamos apenas reagindo ao mundo ou escolhendo o que queremos experimentar, realizar e deixar.

No fim, talvez a felicidade não seja o objetivo final. Talvez ela seja uma consequência parcial de uma vida bem vivida. Em alguns dias, ela aparece como alegria. Em outros, como serenidade. Em outros, como orgulho silencioso. Em outros, como a certeza de que, mesmo em meio ao desconforto, estamos vivendo algo que importa.

Uma vida que vale a pena não precisa ser perfeita.

Precisa ser viva.

Precisa ter momentos de prazer, mas não se limitar ao prazer. Precisa ter propósito, mas não se aprisionar nele. Precisa buscar realização, mas sem transformar tudo em desempenho. Precisa ter experiências ricas, mesmo quando elas trazem perguntas difíceis.

Porque talvez o grande erro da nossa época seja imaginar que felicidade é sentir-se bem o tempo todo.

Não é.

Felicidade, em seu sentido mais maduro, talvez seja olhar para a própria trajetória e perceber que houve amor, houve aprendizado, houve entrega, houve beleza, houve coragem, houve transformação.

E então, mesmo com cicatrizes, poder dizer:

valeu a pena viver isso.

Jundiaí Notícias

O Jundiaí Notícias faz parte do Grupo Novo Dia e nasceu em novembro de 2014, inicialmente como um jornal impresso semanal.

Na época, a publicação atendia as sete cidades do Aglomerado Urbano de Jundiaí, além de Itatiba, consolidando-se como um importante veículo regional de informação. A marca também foi precursora do projeto que, posteriormente, daria origem ao Novo Dia Notícias.

Em 2025, o Jundiaí Notícias retornou ao mercado em uma nova fase, agora como plataforma digital, com presença no Instagram e também em portal de conteúdo. Essa retomada marca a evolução da marca, mantendo sua essência jornalística e regional, mas adaptada aos novos formatos de consumo de informação.

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O crescimento do Jundiaí Notícias esteve diretamente ligado ao seu formato leve, popular e de rápida leitura. Diferente de outras publicações da época, o jornal apostava em matérias curtas, diretas e acessíveis, antecipando uma tendência que só ganharia força anos depois com o avanço do consumo rápido de informação.

Outro fator importante em sua trajetória foi a presença constante em feiras, eventos e ações da cidade, muitas vezes como patrocinador ou apoiador. Essa aproximação com o público ajudou a fortalecer a marca nas ruas e a torná-la mais presente no cotidiano da população.

O jornal também ficou marcado por capas populares, provocativas e de forte apelo visual, que geravam identificação, comentários e repercussão. Ao longo de sua circulação impressa, milhares de exemplares foram distribuídos, consolidando o Jundiaí Notícias como uma marca regional reconhecida.

A versão impressa encerrou suas atividades durante a pandemia, mas a marca voltou a ganhar força em uma nova fase digital. Hoje, o Jundiaí Notícias reúne milhares de seguidores no Instagram e conta com seus mascotes como parte da estratégia de comunicação, mostrando sua capacidade de reinvenção e adaptação aos novos formatos de mídia.